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3ª Conferência Internacional em Luanda discute impacto do mercado de carbono nos objetivos globais do clima

A Conferência Internacional de Direito do Ambiente e Climático (3CIDAC) foi realizada nos dias 4 e 5 de junho em Luanda, no Auditório Maria do Carmo Medina da Universidade Agostinho Neto. O evento teve como tema central "O Impacto do Mercado de Carbono na Concretização dos Objetivos Mundiais do Clima" e contou com a participação da Vice-Presidente da República, Esperança da Costa, que fez o discurso de abertura.

A Vice-Presidente da República, Esperança da Costa, enfatizou durante o discurso de abertura da Conferência Internacional de Direito do Ambiente e Climático (3CIDAC) a importância de alinhar os esforços para o fomento do turismo com a preservação ambiental. Ela ressaltou a necessidade de promover sinergias para o desenvolvimento do ambicioso projeto turístico de natureza, ao mesmo tempo em que se mantém o foco no cuidado com o clima, a biodiversidade, a água e os oceanos.

Esperança da Costa destacou o potencial de Angola no "Angola Rumo ao Mercado de Carbono". Ela apontou que o país possui um rico capital natural que pode ter um impacto significativo nesse mercado. Com 47 bacias hidrográficas principais, incluindo cinco transfronteiriças (Cunene, Cuvelai, Cubango/Okavango, Zaire/Congo e Zambeze), Angola faz parte de cinco comissões internacionais de bacias, o que evidencia sua posição estratégica para contribuir de forma substancial para o mercado de carbono global. 

De relembrar que o evento foi organizado pela Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto (UAN), em colaboração com o Departamento de Ciências Humanas e Sociais do Centro Euro-Americano de Pesquisa de Políticas Constitucionais da Universidade de Salento, ´´Alusivo a dia mundial do meio ambiente´´. E contou com a presença ministra de Estado para a Área Social, Dalva Ringote, ministra do Ambiente, Ana Paula de Carvalho.

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